
Empreendedor de 21 anos, dono de agência de performance digital. Escrevo sobre vendas, tráfego pago e liderança usando as ferramentas que existem hoje: IA, automação e copy. Sem fórmula mágica, sem fingir que é fácil.
R$180 mil
faturamento mensal atual
20+
agências onde já trabalhei antes de empreender
7
países com cliente internacional
70%
margem operacional média
Como comecei
Descobri tráfego pago ainda na pandemia. Meu pai comprou um curso pra ele mesmo — a Fórmula de Lançamento, do Érico Rocha — e eu acabei maratonando o conteúdo inteiro em pouco mais de um dia. A parte que mais me prendeu foi a de tráfego pago, ensinada na época pelo Pedro Sobral, que até hoje é meu mentor nessa área. Entender como o algoritmo decidia o que me mostrar, como aquilo virava anúncio certeiro pra pessoa certa, me mostrou uma oportunidade que não era só de ganhar dinheiro — era de construir um negócio de verdade em cima de uma habilidade que só ia ficar mais relevante com o tempo.
Os anos de bastidor
Conciliar isso com a escola no ensino médio nunca foi sobre falta de tempo — meus pais bancavam escola e casa, então o tempo livre virava estudo de marketing digital, prospecção de cliente e networking. O difícil foi outra coisa: decisão. Mil caminhos possíveis, sem saber se ia dar certo, sem dinheiro pra investir, sem garantia nenhuma. Abdiquei de noite de sono, de encontro com família e amigo, pra estudar estratégia e produzir conteúdo atrás de cliente.
O primeiro resultado que me fez acreditar que estava no caminho certo veio de um cliente em São José dos Campos, um médico que investia cerca de R$1.000 por mês em anúncio. Com a campanha que montei, ele chegou a R$7.000 em faturamento em cima desse investimento. Foi o primeiro depoimento que peguei, e a primeira prova real de que aquilo funcionava — não só pra mim, pra quem contratava também.
De funcionário a dono
Antes de abrir minha própria empresa, passei por mais de vinte agências como funcionário — mais de cinco fora do Brasil, o resto aqui, atendendo desde nicho de médico, dentista e advogado até conta de segmentos bem diferentes entre si. Isso me deu repertório técnico rápido. Mas também me mostrou um padrão incômodo: a maioria tratava cliente como número, cobrava certo mas entregava pouco cuidado de verdade. Foi aí que decidi formalizar meu próprio negócio — CNPJ, contrato, contador, tudo — com uma régua diferente: entregar o máximo de resultado possível, não só cobrar por gestão.
O que a empresa faz hoje
Hoje minha empresa é uma assessoria completa de performance digital: gestão de tráfego pago, consultoria estratégica de vendas, posicionamento e apoio na criação de infoprodutos, cursos, mentorias e ebooks pros clientes. Não é só rodar anúncio — é ajudar o cliente a pensar como empresário, do posicionamento até a venda. Atendo médicos e advogados pelo Brasil todo, e clientes internacionais nos Estados Unidos, Israel, México, Portugal, Espanha, Emirados Árabes e Itália, além de marcas como Vivo, Smartfit, LATAM, XP Investimentos e V4 Company.
Onde estou hoje
Crescimento foi gradual até um ponto de virada: aprender a delegar, estruturar um time de vendas, e trocar contrato fixo por parceria em porcentagem de resultado com alguns clientes — inclusive entrando como sócio em alguns negócios. Hoje a operação fatura mensalmente perto de R$180 mil, com meta de chegar a R$400 mil até o fim do ano mantendo por volta de 70% de margem.
Um erro que virou aprendizado
Fiquei tempo demais confortável como funcionário de agência, no modo CLT, nos bastidores, sem produzir conteúdo com a própria cara. Isso limitou meu crescimento por mais tempo do que deveria — mas também me deu tempo de aprender com o erro alheio antes de repetir na minha própria empresa. Se pudesse voltar, teria construído meu próprio negócio bem antes, e saído dos bastidores mais cedo.
Pra onde vou
Nos próximos anos, quero virar referência internacional em performance digital — como palestrante, como mentor de outros empreendedores, e como sócio em outros negócios além da agência. A ideia é construir um ecossistema, não só uma empresa, e usar isso pra ajudar gente de verdade a entender que resultado vem de disciplina e foco, não de fórmula mágica de internet.
O que eu acredito
Ferramenta boa (IA, automação, tráfego pago) só funciona em cima de estratégia clara — sem isso, é só gasto mais rápido de dinheiro e tempo. Liderança se constrói com exemplo, não com cargo. Negócio que não resolve uma dor real de alguém é hobby caro, não importa quão bonito seja o produto. E a maior parte do que separa quem executa de quem só planeja é disposição de fazer o trabalho chato primeiro.
Formação
Cursos que fizeram parte da bagagem por trás do que escrevo aqui.
Exercising Leadership: Foundational Principles
Harvard Online
Business Strategy from Wharton: Competitive Advantage
The Wharton School
AI and Entrepreneurship
Massachusetts Institute of Technology
Machine Learning Specialization
Stanford University
Bacharelado em Administração (Processos Gerenciais)
Fundação Getulio Vargas
PUC Minas
VENDE-C
VENDE-C
VENDE-C
VENDE-C
VENDE-C
NoCode StartUp
Curso Superior de Tecnologia em Marketing
Anhanguera Educacional
Pedro Sobral
Erico Rocha
Experiência
Empresas e projetos em que atuo ou já atuei.
Founder & CEO
Eight Mídia · nov de 2021 – o momento
Gestor de Tráfego
Eight Mídia · jan de 2021 – o momento
Founder & CEO
Vertex Group · jul de 2025 – o momento
Founder & CEO
ElevIA Solutions · jan de 2025 – o momento
Cofounder & CMO
Vita Kids · jul de 2026 – o momento
Cofounder & CMO
Órbita Nova Tech · jul de 2026 – o momento
Founder & CEO
Eight Sales · jul de 2026 – o momento
Founder & CEO
Ambitious Club · jul de 2026 – o momento
Partner and member
Mentoring League Society · mai de 2025 – o momento
Na mídia
Algumas matérias e entrevistas recentes que contaram parte dessa história.
O Hoje
Jovens trocam a CLT pelo próprio negócio em nova onda empreendedora
Wender Gomes
Jovem fatura R$ 200 mil por mês com agência digital criada após estudos na pandemia
Agita Brasil
Jovem fatura R$ 200 mil por mês com agência digital
Universo Diário 360
Jovem fatura R$ 200 mil por mês com agência digital
TH+ (SBT Vale)
Número de jovens empreendedores cresce no Brasil e muda perfil do mercado de trabalho
Pedro Braga | Network de Empresários
Como Fiquei Milionário aos 21 Anos com Agência de Marketing (EP.69)
O Dia Que Eu Não Vendi
#EP 120 — Pedro Toledo
O que você vai encontrar aqui
Tráfego pago e vendas são minhas duas áreas centrais — é onde tenho mais prática acumulada e onde está o maior volume de conteúdo do blog. Os outros pilares existem porque, na prática, sustentam ou aparecem dentro desses dois: automação e IA que rodam por trás de campanha e processo de venda, copywriting que vende o anúncio e a proposta, lançamento que é só um jeito específico de vender, e liderança que aparece assim que você para de vender sozinho e passa a vender através de um time.
Artigos diretos, sem enrolação, organizados em 9 pilares:
- Tráfego Pago — Anúncio não vende. Oferta vende. Anúncio só entrega.
- Vendas — Venda não é convencer. É remover motivo pra não comprar.
- Liderança — Time bom não segue ordem. Segue exemplo.
- Empreendedorismo — Negócio que não resolve dor de ninguém é hobby caro.
- IA — Quem não delega pra máquina, vira a máquina.
- Automações — Se você faz duas vezes, é processo. Automatize.
- Copywriting — Ninguém compra o produto. Compra a versão de si mesmo depois dele.
- Lançamentos — Lançamento bom começa muito antes do carrinho abrir.
- Livros — Livro que você não aplica é só decoração de estante.
Se algum desses temas resolve um problema que você tem agora, comece por ali. Se quiser acompanhar tudo, a newsletter manda uma ideia prática por semana.

